- Aquele que, antes do início do torneio, era considerado o grupo mais difícil, ou "grupo da morte", acabou tendo uma definição muito rápida e tranquila. A Argentina, depois da goleada sobre os americanos, venceram a Colômbia com certa facilidade por 4 a 2. O Paraguai, que também goleou na primeira rodada a Colômbia por inesperados 5 a 0, bateu os Estados Unidos por 3 a 1, com a mesma facilidade mostrada pelos americanos. Paraguaios e argentinos chegaram aos 6 pontos e garantiram a classificação para as quartas-de-final. Falta mesmo é a definição do primeiro colocado do grupo. Argentina e Paraguai medem forças em busca da liderança e os paraguaios jogam pelo empate, por possuírem melhor saldo de gols. Colômbia e Estados Unidos tentam ao menos marcar pontos na competição, já que o saldo ruim oferece chances remotas de classificação como melhor terceiro colocado. Ambos os jogos do grupo C serão realizados na quinta-feira, na cidade de Barquisimeto.
A superioridade de sempre
- A seleção paraguaia entrou em campo em busca da classificação antecipada e, jogando melhor, abriu o placar em uma bela jogada coletiva, aos 28 minutos. O atacante Cardozo tabelou com Santa Cruz e deu um belo passe para Barreto. Ele recebeu

- A Argentina entrou em campo para encarar a Colômbia bastante confiante, depois da vitória convincente sobre os americanos. Não havia jogado tão bem, mas contou com jogadas individuais decisivas. Contra os colombianos, a história não seria muito diferente. O jogo começou com certo equilíbrio, mas, evidentemente, a Argentina atacava com mais inteligência e pertinência. Logo aos 5, Crespo cabeceou forte, a bola explodiu no travessão, mas não chegou a cruzar totalmente a linha de fundo. A Colômbia respondeu e abriu o placar. Depois da falta rasteira batida do lado direito, Ferreira chutou de primeira. O chute não saiu violento, mas com força suficiente para chegar à pequena área e ser desviado por Perea. A Argentina voltou a comandar a partida e conseguiu empatar aos 19 minutos. Messi invadiu a grande área e foi derrubado com falta pela marcação adversária. Crespo cobrou forte no meio do gol e igualou o placar. Tão forte que sentiu uma distensão muscular na perna direita e teve que ser substituído por Diego Milito. A virada argentina veio com Riquelme, aproveitando cruzamento de Zanetti, aos 33 minutos. No fim da primeira etapa, o mesmo Riquelme ainda ampliou com uma bela cobrança de falta (na foto abaixo, ele bate na bola com força e precisão: AP). A Colômbia tinha uma preocupação extrema em marcar o time argentino e não conseguia atacar com o ímpeto que gostaria. Já a Argentina tinha certa facilidade em trabalhar a bola no meio-campo e saía sempre com tranquilidade para o campo de ataque, com a boa participação de Verón. Aos 12, Milito desperdiçou uma grande chance de ampliar, chutando em cima do goleiro. Depois disso, o ritmo da partida caiu, muito pela morosidade da Argentina. Se chegasse ao placar de 5 a 1, jogaria pelo empate contra o Paraguai. Porém a Argentina não procurou atacar com mais profundidade, abafar a Colômbia e marcar mais gols. E pagou o preço por isso. O treinador colombiano Jorge Luis Pinto modificou bem a sua equipe, colocando Castrillon para abrir o meio-campo e deixar a Colômbia com mais força ofensiva. A modificação trouxe efeitos quase que imediatos e a Colômbia chegou ao segundo gol. Aos 28, depois do escanteio do lado esquerdo, Castrillon subiu mais que a zaga argentina e diminuiu o placar. O gol mudou o panorama da partida e fez com que a Colômbia chegasse ao gol adversário com mais frequência. Aos 33, Castrillon recebeu um ótimo lançamento de Torres, que também entrou para ajudar o ataque, e cabeceou livre para o gol, mas

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